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Professores do curso de Ciências Sociais do Câmpus de Porto Nacional palestram em evento da Brown University dos Estados Unidos

Por Ana Alice Damaceno | Revisão: Paulo Aires | Publicado: Segunda, 15 de Abril de 2024, 17h40 | Última atualização em Terça, 16 de Abril de 2024, 14h49

Nesta segunda e terça-feira, 15 e 16 de abril, ocorrerão as palestras com os temas “Naturezas mortas: (necro)cosmopolíticas do agronegócio no cerrado brasileiro” e “Cosmopolíticas do design e da pintura popular brasileira na obra fotográfica de Edson Meirelles”, respectivamente, dos Professores André Demarchi e Suiá Omim, do curso de Ciências Sociais do Câmpus de Porto Nacional.

O evento será presencial na Watson Institute da Brown University, das 18 às 19h30,  e não é aberto para o público externo. O bate-papo ocorre para o público brasileiro e que se comunica em Português da instituição; A pesquisa do Professor André Demarchi tem apoio do Núcleo de Estudos e Assuntos Indígenas (NEAI) e em parceria com o Programa de Pós-Graduação e Comunicação em Sociedade (PPGCom).

O trabalho faz parte de uma capacitação que os professores estão realizando, de três meses na Brown University, que é uma das principais universidades dos Estados Unidos, pelo Departamento de Estudos Brasileiros da universidade, sob supervisão do professor James Green. Esta conferência encerra os trabalhos, onde os docentes apresentarão suas pesquisas.

O professor André Demarchi vem desenvolvendo diversas pesquisas sobre o cerrado já há algum tempo, e acerca desta apresentação ele destacou “vou apresentar a relação dos símbolos do agronegócio que estão presentes em alguns outdoors, que estão no caminho entre Palmas e Porto Nacional, e como esses símbolos remetem também a, como eu estou chamando, uma necrocosmopolítica de apagamento e destruição do Cerrado”.

Já a professora Suiá Omim trará a perspectiva da arte popular brasileira a partir de muros, ruas, e fotografias do acervo Mafuá de Edson Meirelles, e como ganham uma proporção de uma reflexão cosmopolítica sobre o mundo. Esse design popular brasileiro e da arte gráfica popular brasileira, “procuro rever esses espaços hegemônicos e dar visibilidade para uma arte que é vista sempre na chave do preconceito, da escrita errada, da cultura oral dentro dessa linguagem escrita”, afirmou.

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