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Apresentação

No Brasil, a fitoterapia ainda tem pequena expressão, apesar de possuir a flora mais diversificada do mundo. Atualmente, os grandes laboratórios estão enviando pesquisadores para entrevistar pajés indígenas e curandeiros, com a finalidade de identificar plantas e indicações médicas populares e patentear novos medicamentos. Há interesse industrial e governamental em associar o avanço tecnológico, a partir de medicamentos derivados do conhecimento popular, com a uma política de assistência à saúde, conforme é observado no Programa e Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterapia. Concomitantemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem investido em programas de promoção de terapias alternativas, com grande enfoque no uso das plantas medicinais, a fim de atender às necessidades da saúde primária.

Tendo em vista a grande procura, por parte da população, por métodos alternativos de terapia, a qualificação dos profissionais que atuam na área da saúde se torna cada vez mais necessária, uma vez que este assunto é pouco abordado nos cursos de graduação. Diferentes profissionais da saúde estão envolvidos no processo, incluindo os prescritores (médicos, nutricionistas), e que necessitam de capacitação para aplicarem esta forma de tratamento aos seus pacientes, seja em ambientes privados ou no SUS.

Assim, o curso de Especialização em Fitoterapia aplicada à prática Clínica tem, como objetivo, capacitar o profissional da saúde e de áreas afins em suas rotinas clínicas para a prescrição e para o trabalho com as plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos. Neste sentido, propõem-se habilitar os profissionais com conhecimento científico e com resoluções e programas relacionados a esta temática; aprofundar o conhecimento dos mesmos em farmacologia e toxicologia de plantas medicinais e fitoterápicos; bem como apresentar a eles as plantas medicinais mais utilizadas em termos de eficácia, qualidade, segurança, efeitos farmacológicos e efeitos adversos.

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