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GURUPI

UFT e Semarh disponibilizam mapas com frequência de queimadas nas proximidades das rodovias no TO

Por Robson Corrêa (Governo do Tocantins/Semarh) | Edição: Samuel Lima (Sucom/UFT) | Publicado: Segunda, 06 de Julho de 2020, 08h52 | Última atualização em Segunda, 06 de Julho de 2020, 10h19

 
A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) em parceria com Centro de Monitoramento Ambiental e Manejo do Fogo (Cemaf), do Câmpus da UFT em Gurupi, realizaram um mapeamento das áreas próximas das rodovias do Estado que apresentaram elevados índices de queimadas nos últimos cinco anos. Os mapas estão disponíveis no site institucional da Semarh e norteiam os trabalhos dos órgãos ambientais que integram o Comitê Estadual do Fogo.

A Agência Tocantinense de Transporte e Obras (Ageto), e as equipes de brigadistas realizam nas rodovias estaduais o aceiro negro, que é uma faixa de fogo usada para proteger um território específico. A ação está contida no planejamento estratégico do Comitê e já foi realizada na altura do Km 30, da TO-010, a caminho de Lajeado.

O supervisor administrativo da Semarh, Luis Paulo, frisa que “através do aceiro negro será possível saber onde iniciaram as queimadas, se partiu das rodovias, por meio dos resíduos como cigarro ou combustível na pista e de lá seguiram para dentro das propriedades rurais, ou se começaram na zona rural com algum manejo do fogo e fizeram o caminho inverso, seguindo para as rodovias”. Segundo Secretário da Semarh, Renato Jayme “existe a preocupação com as queimadas que acontecem nas proximidades das rodovias do Tocantins, e pensando nisso foi desenvolvido um trabalho em parceria com o Cemaf para a elaboração de mapas com informações precisas sobre essas regiões, e assim auxiliar as equipes que estão atuando na prevenção dos incêndios”.

Segundo o coordenador do Cemaf, professor Marcos Giongo, "o propósito dos mapas é o de subsidiar as ações dos órgãos estaduais para adoção de estratégias na redução das condições de ignição e/ou propagação do fogo nas margens das estradas e rodovias ou a partir delas. O mapa ajuda a compreender a dinâmica das queimadas nestes pontos, auxiliando no planejamento das ações de prevenção e combate". Ainda segundo o coordenador, "as informações utilizadas para a elaboração dos mapas são resultados do monitoramento de queimadas e incêndios florestais do estado do Tocantins, desenvolvido em projetos de pesquisa do Cemaf".

A classificação sobre o número de vezes que houve incêndio na região vai de 0 a 5. De acordo com o mapa, o número 5 representa as regiões mais críticas onde foram identificados focos de incêndios durante os últimos 5 anos, e as regiões classificadas com o número 0 não apresentaram indicadores de queimadas no período dos levantamentos.

A Semarh também disponibiliza diariamente Boletins que servem como orientadores para a população sobre as queimadas. Os Boletins Diários informam sobre as variáveis de velocidade do vento, umidade do ar e a temperatura nas regiões norte, sul e centro do Estado. Com essas informações será possível classificar como alto e moderado o risco de queima em cada região. Os interessados em receber esses informativos podem enviar nome, contato e a cidade para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Cemaf

O Centro de Monitoramento Ambiental e Manejo do Fogo (Cemaf) atua desde 2016 desenvolvendo trabalhos técnicos científicos para suprir demandas na área de monitoramento ambiental. O Centro foi implantado através de uma parceria firmada entre a Semarh e o Câmpus da UFT em Gurupi.

Desde a sua implantação, o Centro já desenvolveu diversos planos de prevenção e combate a incêndios orientando os municípios, além de realizar o mapeamento das áreas degradadas pelas queimadas. Isso gera um avanço para o Estado, que conta com um cálculo mais realista das situações de cada município. (Colaborou Samuel Lima / Sucom-UFT)

Confira algumas imagens captadas pelo Cemaf/Câmpus de Gurupi

Cemaf (03jul20)

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