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Ambiente universitário como fomento à criação de redes de contatos, empreendedorismo, pesquisa e inovação

Por Bruna Santos e Samuel Lima | Publicado: Quarta, 17 de Abril de 2019, 15h38 | Última atualização em Terça, 30 de Abril de 2019, 11h36
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Confira como a Universidade influencia vidas e carreiras

O ambiente universitário é propício para a criação não só de produtos ou elaboração de novas teorias e abordagens. Além de ser um  "celeiro" de invenções, novos processos e ideias, o ambiente universitário fomenta também a construção de redes de contatos pessoais (que depois poderão ser profissionais), a pesquisa científica e incentiva também o empreendedorismo e a inovação.

Estimulado pelos docentes da universidade tocantinense ainda em processo de federalização, Raimundo Wagner de Souza Aguiar, dedicou-se à pesquisa e hoje ostenta patentes de produtos biotecnológicos, frutos de seus estudos. Ele conta que o interesse pela ciência começou cedo, ainda em Formoso do Araguaia (TO) de onde é natural. Ingresso na universidade, no curso de Engenharia Agronômica na cidade de Gurupi, teve contato com a pesquisa científica estimulado pelos docentes. "Me interessei pela pesquisa científica, participava de estágios propostos pelos professores, buscando sempre ter contatos e tinha bastante interação. Aprendi a ter senso crítico e a pesquisar", conta.

Raimundo Wagner de Souza Aguiar é professor de graduação e pós-graduação no Câmpus de Gurupi (Foto: Divulgação)

Após graduar-se em Gurupi, Aguiar fez mestrado e doutorado nas federais de Viçosa (MG) e Brasília (DF), respectivamente, pesquisando principalmente a biodiversidade de sua terra, o Tocantins. Por meio de concurso público voltou à UFT na condição de professor. Hoje, Aguiar partilha seus conhecimentos como docente em cursos de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) no Câmpus de Gurupi, além de desenvolver pesquisas científicas com ênfases em  microbiologia e bioprospecção de plantas com atividade fungioestática e inseticida.

Dentre suas descobertas e invenções estão produtos para controle do mosquito da dengue e também um bioinseticida para o combate da lagarta da soja. "O empreendedorismo e a inovação tem que ser prospectados na Universidade pelo próprio aluno, que deve sair, explorar e ter capacidade para enxergar o mundo com outros olhos", ensina.

Construindo conhecimento e rede de contatos

Bruno de Oliveira Garcia é egresso do curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, que fica no Câmpus da UFT em Gurupi e, após cursar mestrado na Universidade Federal de Lavras, encontra-se em doutoramento pela mesma instituição. Ele conta que a passagem pela Universidade Federal do Tocantins garantiu-lhe uma grande rede de contatos, "tudo isso graças à flexibilidade da UFT, tanto na formação do acadêmico quanto no apoio a ele". Para Garcia, a boa formação acadêmica, o conhecimento e a boa rede de contatos proporcionou a ele estar onde está atualmente.

Bruno Garcia (Foto: Divulgação)

Garcia enfatiza que por ter visitado instituições em outras regiões do país, a UFT não deixa a desejar em qualidade, "e muitas vezes se sobressaiu no conhecimento justamente por essa dedicação que os professores têm por ser uma universidade nova e de querer vê-la crescer". Ele complementa afirmando que "em termos de conhecimento e aplicação acadêmica a UFT tem potencial para ser uma das maiores universidades da região norte do País".

Leia mais: O que a UFT inventa e como protege suas invenções?

 


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