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Literatura

Primeiro Sarau de Cordel movimenta o Câmpus de Porto Nacional

Por Paulo Aires| Supervisão: Samuel Lima | Publicado: Segunda, 12 de Junho de 2017, 16h51 | Última atualização em Quarta, 14 de Junho de 2017, 08h37
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O encerramento das atividades da disciplina Teoria do texto poético, do Curso de Letras, Câmpus de Porto Nacional da Universidade Federal do Tocantins (UFT), ministrada pelo professor Antônio Egno do Carmo Gomes, foi marcado pelo Primeiro Sarau de Cordel, ocorrido na manhã segunda-feira (12), no saguão do Bloco I do Câmpus.

Atividade de produção de textos envolveu acadêmicos na manhã desta segunda-feira (Foto: Jacqueline Fabbrin/Divulgação)Atividade de produção de textos envolveu acadêmicos na manhã desta segunda-feira (Foto: Jacqueline Fabbrin/Divulgação)

A literatura de cordel, narrativa em versos rimados, é um gênero literário bastante conhecido, principalmente no nordeste brasileiro; batizado também sob o nome de “folheto”. A forma como os folhetos eram expostos, pendurados em cordas, deu origem ao nome “cordel”. Depois de décadas de exclusão, a literatura de cordel chegou aos bancos e mesas acadêmicas, como é o caso de sua abordagem na disciplina Teoria do texto poético.

O evento refere-se à culminância dos estudos sobre a literatura de cordel, fazendo com que alunos passem da teoria à prática e contribua para a formação de novos leitores. Os participantes puderam fazer a oficina de cordel e escrever uma história de sua preferência; e divulgar o cordel no varal.

Temas

Os alunos abordaram temas como Carta de um aluno da UFT ao juiz Sérgio Moro, Peleja de Eduardo Cunha e Paulo Maluf, História de João Mundo e o Sonho da Princesa. Após escolher o seu tema, o participante da oficina percorreu os sete passos para a criação de seu poema. São sete mesas com alunos ensinando os passos para a criação do livreto.

Para o professor Dr. Antônio Egno, “o evento funcionou como uma aplicação prática dos conteúdos aprendidos durante o semestre e contou com especiarias juninas típicas, recitação de poemas, oficina de livretos e atividades lúdicas para conhecimento e divulgação da literatura de cordel.”

Egno ressalta também que o projeto inovou ao propor interação com o público, fazendo exposição lúdica de clássicos do cordel e de linhas de pesquisa e referencial teórico para os que desejassem pesquisar mais sobre o gênero poético, além de premiar, quem passava e interagia, com as comidas típicas disponibilizadas.

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