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Porto Nacional: Projeto Cidadão Consciente discute ética e cidadania

Publicado: Sexta, 21 de Outubro de 2016, 18h11 | Última atualização em Sexta, 21 de Outubro de 2016, 18h26

A Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários (Proex), por meio da Diretoria de Assuntos Comunitários, iniciou o Projeto Cidadão Consciente. No Câmpus de Porto Nacional da Universidade Federal do Tocantins (UFT), as atividades começaram na última terça (18). O Projeto, que foi implementado primeiramente em Palmas, agora está sendo ampliado para outros câmpus da Universidade. A ação foi inspirada  num projeto semelhante, criado pelo professor André Luís Shiguemoto, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.  

De acordo com o diretor de Assuntos Comunitários, Dimas Magalhães, o objetivo é propor uma reflexão sobre as atitudes das pessoas, considerando que são parte de uma sociedade. "O Projeto Cidadão Consciente conta com ações que levam a comunidade acadêmica a pensar sobre seus atos enquanto cidadão e fazer a discussão sobre ética e cidadania", pontua.

Uma das ações do projeto compreende a venda de picolés sem a presença de um vendedor. Os picolés são armazenados num freezer. O custo unitário é de R$2,00. A caixa para o pagamento fica ao lado. Não há nenhum monitoramento nesta comercialização. O fator consciência pesará neste caso. Após a finalização do projeto, os dados obtidos serão analisados para se avaliar os resultados.

O Projeto Cidadão Consciente, no câmpus de Porto Nacional, foi implementado em parceria com o Diretório Acadêmico Pedro Tierra, que, diante de várias ideias apresentadas em reunião com a Proex, escolheu a referida ação. "A intenção é que a discussão sobre cidadania e a ética saia da sala de aula e adentre as rodas de conversas da Universidade", ressalta Carlos Henrique, vice-diretor do Diretório Acadêmico. O grupo é responsável pela fiscalização e controle do projeto, tais como a contagem dos picolés e do dinheiro do caixa, no início de cada dia.

A Proex tem a intenção de expandir essas ações para os demais câmpus da UFT. Já existem atividades previstas para 2016. Dimas comenta que estas iniciativas ajudam as pessoas a repensar suas ações. " Projetos como este ajuda a comunidade acadêmica a refletir sobre seus atos, enquanto cidadão, até nos pequenos hábitos e infrações do dia-a-dia, como estacionar no lugar errado, não parar no sinal vermelho, estacionar em locais reservados a idosos e dificientes físicos, dentre outros", finaliza Dimas. 

 



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