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Um brinde ao imprevisível: O ano moldado pela pandemia

A produtividade educacional em jogo dentro da política de afastamento social

A humanidade em torno de seu desenvolvimento, sempre passou por conflitos que acabaram gerando vítimas, seja por guerras mundiais, terrorismos, desastres ambientais, e principalmente pandemias infecciosas. Nesse sentido, se projetarmos um desses fatores no panorama contemporâneo, é fácil compreender o evento inesperado que atingiu a comunidade social. A covid – 19 ou corona vírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados dos anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. De acordo com a OMS (Organização mundial de saúde), essas infecções respiratórias podem ser leves e moderadas, semelhantes a um resfriado comum, e de fácil transmissão.

Diante disso, a pandemia que se formou no final de 2019, não se restringiu apenas no quadro clínico das nações infectadas, uma vez que a quarentena prejudicou diversos indivíduos e suas respectivas relações sociais, sobretudo as aulas presenciais das instituições de ensino do Brasil, sendo pois um ambiente propício para aglomerações. A educação, o turismo e mercado de trabalho pararam e consequentemente isso serviu de artifício para um atraso total nas atividades da população. Alguns setores se adaptaram a esse isolamento, em contrapartida, outra parte da sociedade emerge em impactos diretos de uma qualidade tendenciosa de educação a distância.

A suspensão das remanescentes práticas presenciais do ensino educacional brasileiro foi uma dura realidade engatilhada pelas medidas de isolamento social. Dentro de um parâmetro geral, temos exemplos de instituições de ensino que suspenderam seu calendário acadêmico em vigência das medidas de proteção para o enfrentamento de tal crise de saúde pública.

Ao mesmo tempo, outras entidades educacionais optaram manter as aulas através da educação a distância (EaD) este que caminha por um trajeto complexo com a produtividade do aluno, tendo em vista ser um tipo de suporte que limita a qualidade de ensino e aprendizagem, além de certos obstáculos na garantia de conteúdos por meio do acesso a internet ou plataformas digitais por alguns cidadãos. Com efeito, nos vem um questionamento, a produtividade do universitário foi afetada durante a quarentena?

Para responder essa pergunta, nossa abordagem apresenta a estudante Mayara Nogueira, acadêmica de enfermagem na faculdade Unicamps, na cidade de Goiânia. Impactada pelo distanciamento social, ela reforça um caso específico sobre a produtividade ligada a quarentena e sua relação com o sistema de educação a distância. Inegavelmente, a realidade vivenciada atualmente pelos indivíduos demonstra complexidade com a evasão pandêmica, e com ela não está sendo diferente. “Estamos vivenciando este momento inóspito em nossas vidas, em quarentena busco o equilíbrio psicológico e racional, evito fake News”, detalhou.

Foi enfatizado acima que o ensino EaD traz uma bagagem duvidosa para o aprendizado do aluno, mas aparentemente para acadêmica de enfermagem existe uma relação saudável. "Como estamos em isolamento, o que restringe ao ensino EAD está sendo aplicado. Atividades avaliativas, pesquisas, debates, trabalhos apresentados pelo aplicativo ZOOM, estão sendo de grande importância", enfatizou.

Contudo, ela destaca que o desempenho produtivo não é completo de acordo com o modo presencial. "Até o momento está sendo fácil de serem desenvolvidas as atividades, é claro que não é o mesmo que o presencial, falta aqueles 10% para que seja fantástico".

Quando questionada a respeito do futuro da sociedade em si com a expansão do novo vírus, Mayara expõe preocupada e alega mudanças nas atividades da população. "Sem cura até o presente momento é muito preocupante ficar circulando, socializando, a minha perspectiva é que no próximo ano possamos retomar nossas atividades presenciais, entretanto, fazendo uso da máscara e do EPI - sistemas operacionais que medem o fluxo de pessoas infectadas pelo vírus - caso seja necessários”, disse.

2020 até então, revela-se um ano desafiante, uma espécie de gangorra que de um lado está uma crise sanitária mundial e do outro, os demais setores sociais em total embate. As cores do mundo se acinzentaram, a vida corriqueira do brasileiro passou por uma curva decrescente, e os oceanos calmos e plácidos vivem uma busca incessante por turbulências. O momento que atravessamos daria um bom filme de suspense psicológico sendo o silêncio ensurdecedor e a ameaça invisível de um vírus, os protagonistas da trama principal.

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