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UFT na Agrotins

Palestras com mestrandas do PPGCAT são apresentadas no estande da UFT

Por Vinicius Venâncio | Supervisão: Poliana Macedo | Publicado: Segunda, 14 de Maio de 2018, 17h18 | Última atualização em Segunda, 14 de Maio de 2018, 17h18

Palestras realizadas no miniauditório do estande da UFT. (Foto: Vinicius Venâncio)O miniauditório no estande da UFT sediou palestras realizadas por alunos do Programa de Pós-graduação Mestrado em Ciência Animal Tropical (PPGCAT), da Unidade EMVZ, do Câmpus em Araguaína. Os alunos apresentaram trabalhos e pesquisas realizadas sobre temáticas relacionadas aos solos. Entre as palestras, as mestrandas Jordene Aguiar, Denise Silva e Ana Kassia Ribeiro apresentaram seus estudos em uma roda de conversa.

Jordene Aguiar apresentou os dados obtidos em um levantamento realizado em doze propriedades da região norte do Tocantins sobre a morte de capim brachiaria (urocloa). Tendo em vista a frequência dessa doença que afeta principalmente os estados da região norte do Brasil e a ausência de estudo mais detalhados sobre as reais causas do problema, possíveis descobertas trariam grandes benefícios para a região. “Na literatura não temos tantas informações com níveis de detalhamento que dê pra identificar o que realmente está por trás”, disse a mestranda que também é engenheira agrônoma.

Outro tema discutido foi o manejo de gramíneas, pela aluna Denise Silva, que apresentou os dados parciais do seu experimento de estratégia de manejo com base no número de folhas. “Em nosso grupo de pesquisa, acreditamos que essa ferramenta com base no número de folhas é mais objetiva e mais prática em comparação a outras ferramentas que seriam altura, interceptação e período fixo”. Segundo a palestrante, as ferramentas mais usuais podem ser menos objetivas ao depender de diversos fatores que podem variar de acordo com as variações climáticas. “Atualmente o grande entrave da pecuária brasileira é o manejo inadequado da pastagem”, disse ela ao defender a importância da pesquisa.

Palestras realizadas no miniauditório do estande da UFT (Foto: Vinicius Venâncio)O trabalho apresentado por Ana Kassia Ribeiro, que é formada em zootecnia, tem por objetivo testar fontes nitrogenadas ao analisar as respostas obtidas pelos capins a essas novas fontes e ao parcelamento de adubação. Segundo a estudante, a pesquisa poderá ter um impacto positivo na vida dos produtores rurais. “Se uma dessas fontes for mais eficiente, poderia reduzir o número de parcelamento de adubação no pasto e isso iria reduzir o custo com combustíveis, mão de obra, maquinário e poderia facilitar na logística da fazenda”.

Em relação aos resultados obtidos, a Ana Kassia apresentou dados positivos em relação ao adubo de sulfato de amônia. “Não podemos afirmar, mas por enquanto, o que a gente está tendo nessa experiência é que o sulfato de amônia é uma fonte melhor para estar aplicando em nossas pastagem, além do que é uma fonte que oferece enxofre, e nossos solos, do cerrado em geral, são pobres em enxofre e isso talvez seja um diferencial que contribua com maior produção de forragens", disse a zootecnista.

 

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