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engenharia de alimentos

Engenharia de Alimentos da UFT comemora o seu dia com palestras

O curso de Engenharia de Alimento da Universidade Federal do Tocantins (UFT) realiza nesta segunda-feira (17), no Bloco III, a partir das 14h, o evento "Enginering Food" em comemoração ao dia de criação do curso no país, que foi neste domingo (16). A data marca a criação no ano de 1966, em Campinas-SP. No evento serão ministradas palestras com os temas “Ficha técnica e Engenheiro de Alimentos e seu papel na sociedade, desafios e conquistas”.

Palestra Engenheiro de Alimentos e seu papel na sociedade, desafios e conquistas, Foto_João Batista Palestra Engenheiro de Alimentos e seu papel na sociedade, desafios e conquistas, Foto_João Batista : carolinefalcao)

De acordo com o Professor Itamar Souza Reges, coordenador do curso de Engenharia de Alimentos na UFT, o engenheiro de alimentos tem uma formação generalizada e pode atuar em diversas áreas, desde a produção de processos até o desenvolvimento de produtos alimentícios. “Ele pode atuar em várias frentes, que vai desde produção de processos, desenvolver e melhorar fluxos, com o objetivo de melhor qualidade dos produtos e a redução de custos e resíduos industriais, tornando-os aptos para o consumo”, disse.

Professor Coordenador do curso de Engenharia Alimentos, Itamar Souza Reges. Foto_João Batista AraújoProfessor Coordenador do curso de Engenharia Alimentos, Itamar Souza Reges. Foto_João Batista Araújo

Os engenheiros também podem desenvolver novos alimentos a partir dos recursos naturais existentes em uma determinada área. “Com o aproveitamento de recursos naturais presentes na região, por exemplo, produzir geleia a partir de frutos do cerrado. O pequi, muito presente no Tocantins e Goiás, ele pode ser consumido após o período de safra por meio do beneficiamento”, acrescenta Itamar .

Ainda de acordo com Itamar, o engenheiro de alimentos também pode ser dono do seu próprio negócio. “Ele também pode atuar como um empreendedor tanto na área de frutas, carnes e laticínios, porque tem conhecimentos necessários para desenvolver produtos de qualidade e segurança e com tecnologia adequada, evitando assim, desperdícios”, disse.

Escolha pelo curso
O estudante, Layon Sêndonys Vicente de Araújo, 23, é natural de Recife (PE), mora em Palmas há três anos e meio. Ele explicou porque escolheu fazer o curso. “Eu amo o curso que eu faço, antes estudava engenharia elétrica na Universidade Federal de Pernambuco e sempre gostei da área de biológica e química, então mudei de curso, a engenharia de alimentos é o que mais tem a ver comigo agora ”.

Acadêmico de Engenharia de Alimentos, Layon Sêndonys. Foto_João Batista AraújoAcadêmico de Engenharia de Alimentos, Layon Sêndonys. Foto_João Batista Araújo

Layon diz que participa do Programa de Educação Tutorial (PET). “Eu já tinha participado de uns programas da UFT, só que internos. Agora, comecei a trabalhar no laboratório de carnes sob a tutoria de um professor”, explica. Ele disse também, que além das pesquisas em grupo, os alunos  desenvolvem pesquisas individuais. “Cada petiano desenvolve sua pesquisa individual, com um professor diferente”, esclarece.

“Quero ser um engenheiro diferenciado, por isso eu busco me aperfeiçoar com cursos para não ser somente mais um engenheiro”, diz. Layon conclui que o desafio é tornar o curso conhecido. “Primeiro a gente deve saber o que é o engenheiro de alimentos, porque muita gente confunde o engenheiro de alimentos com nutricionista. A engenharia de alimentos é muito abrangente e muito disciplinar e pessoas não entendem isso”, finaliza.

Ele falou da preocupação deles de sempre desenvolver alimentos mais saudáveis para a população. “O consumidor está cada dia mais exigente, buscando sempre alimentos mais saudáveis e é por isso que o nosso diferencial é aprimorar os produtos que já estão no mercado e oferecer a eles produtos de qualidade e mais saudáveis”, disse.

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